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Pernambuco ganha dez novos patrimônios vivos da cultura popular

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Para marcar o Dia Nacional do Patrimônio Cultural e a abertura da 19ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural, celebrados nesta segunda-feira (17), Pernambuco vai ganhar dez novos patrimônios vivos da cultura popular do estado.

Estão sendo homenageados mestres, mestras, detentores do saber e grupos de diferentes tradições culturais, após deliberação do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural.

Entre eles: o Barracão Mãe Nadja e o Maracatu Cruzeiro do Forte, em Recife; o Grêmio Recreativo Escola de Samba Preto Velho, de Olinda; a Família Vitalino, de Caruaru; e o Mestre João Paulo, de Nazaré da Mata.

Com os novos reconhecimentos, Pernambuco chega agora a 125 guardiões da cultura popular. Que são aqueles que disseminam e fazem a manutenção de várias manifestações culturais e religiosas da cultura ancestral de Pernambuco, nos mais diferentes segmentos. 

A família Vitalino, por exemplo, é responsável por manter vivo o legado de Mestre Vitalino,  um dos maiores símbolos da cultura popular brasileira, de transformar o barro em arte, na região do Alto do Moura. 

Desde a primeira edição do concurso, no ano de 2005, a Política Pública de Patrimônio Vivo tem a premissa de valorização da pessoa e dos grupos e comunidades como promotores da transmissão dos saberes tradicionais.

Os guardiões da cultura popular recebem uma bolsa ou pensão de incentivo mensal; e, em contrapartida, promovem oficinas e o repasse de suas artes e técnicas aos jovens.

 


Fonte: EBC Cultura

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Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís

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A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.

Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.

A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.

Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.

A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.

Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.

A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.


Fonte: EBC Cultura

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