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Várzea Grande

Moradores podem conferir e sugerir ajustes no Plano de Saneamento de Várzea Grande

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Várzea Grande

Os moradores e presidentes de bairro de Várzea Grande já podem conferir se as demandas e reivindicações apresentadas durante as reuniões realizadas nas quatro regiões da cidade, em dezembro do ano passado, foram incluídas na versão atualizada do Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB).

Por meio do programa Acelera VG Água, a população é convidada a fazer uma espécie de “pente-fino” no documento para verificar se as propostas destinadas a cada região estão corretas ou se ainda há melhorias que precisam ser acrescentadas.

O plano, que estabelece as metas para os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário pelos próximos 35 anos e servirá de base para a definição do novo modelo de gestão desses serviços, foi atualizado após a Prefeitura e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) ouvirem os moradores em consultas regionalizadas. Agora, o processo entra na etapa de validação comunitária.

O PMSB completo e atualizado está disponível no site aceleravgagua.varzeagrande.mt.gov.br. As sugestões podem ser enviadas pelo e-mail [email protected], acompanhadas da identificação do autor e da indicação do item do documento ao qual a contribuição se refere.

Outra forma de participar é durante a audiência pública prevista para agosto deste ano.

A secretária de Assuntos Estratégicos, Ina de Maria, explica que o objetivo desta etapa é garantir que nenhuma demanda tenha ficado de fora.

“Nós já fomos até as regiões, ouvimos a comunidade e colocamos tudo no papel. Agora, precisamos que o morador faça essa checagem. Criamos esse canal direto por e-mail para que a população entre no site, leia o documento e nos diga: ‘Olha, o que combinamos para o meu bairro está aqui’ ou ‘Esqueceram de incluir’. Esse ajuste fino é fundamental”, destacou.

A prefeita Flávia Moretti reforça que a participação popular nesta fase é essencial para evitar que o plano seja concluído com falhas ou omissões.

“A população já fez a parte dela ao participar das reuniões e apontar os problemas. Agora é o momento de conferir o resultado. Entrem no site, vejam se o que foi proposto para a sua região atende à realidade e utilizem o e-mail para acrescentar o que, porventura, tenha ficado de fora. Só vamos bater o martelo sobre o futuro modelo de gestão da nossa água após essa validação final da nossa gente, na audiência de agosto”, afirmou.

Próximos passos – Além de receber as últimas contribuições por e-mail e realizar a audiência pública em agosto, a Prefeitura e a FIPE irão submeter o documento final aos órgãos de controle e encaminhá-lo à Câmara Municipal para aprovação.

“Todo esse processo é para que a cidade possa avançar na solução do problema crônico de abastecimento de água”, concluiu a prefeita.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Resultado das ovitrampas orienta força-tarefa contra o Aedes aegypti em Várzea Grande

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Equipes de Controle de Endemias e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) deram continuidade, nesta segunda-feira (10), às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, em vários bairros de Várzea Grande. A atividade faz parte da segunda etapa do trabalho realizado por meio das ovitrampas, armadilhas utilizadas para identificar a presença e a intensidade da circulação do mosquito no território.

Durante a primeira etapa, realizada no mês de julho, 211 ovitrampas foram instaladas em pontos estratégicos do município. Após cinco dias de exposição, as armadilhas foram recolhidas e encaminhadas ao laboratório, onde os ovos encontrados foram contabilizados e analisados pelas equipes.

A partir dos resultados, foi possível identificar os pontos com maior concentração de ovos do Aedes aegypti. No Setor 1, que contempla a região do Grande Cristo Rei, foram trabalhados os bairros Parque do Lago, Santa Luzia, Santa Clara, Dom Bosco e Cristo Rei, com a delimitação das áreas de foco.

Segundo Roseane Félix, supervisora-geral do Setor 1, no bairro Parque do Lago, por exemplo, foi identificado que o quarteirão 22 apresentou o maior quantitativo de ovos do mosquito e, por isso, foi definido como área prioritária para a atuação das equipes.

A partir dessa identificação, a força-tarefa realizou a delimitação e o bloqueio da área, com o objetivo de eliminar a presença do vetor no quarteirão positivo e nos imóveis circunvizinhos.

Durante a ação, os agentes percorrem os imóveis de porta em porta, realizando a inspeção de quintais, recipientes que possam acumular água, caixas-d’água e outros possíveis criadouros. Também são realizadas ações de controle mecânico, com a eliminação de recipientes e focos, aplicação de larvicida, quando necessária, e orientação aos moradores.

Roseane explica que o trabalho permite direcionar as ações de campo para as áreas que apresentam maior risco.

“A ovitrampa é uma importante ferramenta de vigilância, porque nos permite identificar onde há maior circulação do mosquito. A partir dos resultados, conseguimos direcionar as equipes para uma atuação mais efetiva, realizando a eliminação dos criadouros, o tratamento quando necessário e, principalmente, orientando os moradores.”

A orientação à população é uma das principais estratégias para evitar a proliferação do mosquito, especialmente antes do período de chuvas, quando aumenta a possibilidade de formação de criadouros. Os moradores são orientados a manter os quintais limpos e sem recipientes com água acumulada, manter as caixas-d’água devidamente tampadas e evitar água parada em pratos de plantas, que devem permanecer secos ou receber areia.

Moradora do Parque do Lago há 40 anos, Conceição Lino, de 65 anos, recebeu as agentes em sua residência e destacou a importância do trabalho de orientação realizado pelas equipes.

“Eu já conheço elas há muito tempo e já tenho elas como minhas amigas. Acho muito importante o trabalho que elas fazem, a orientação, o conselho e a informação. É um trabalho importantíssimo, principalmente antes que chegue o período das chuvas e aumente os mosquitos. É uma forma de evitar a dengue, a zika e a chikungunya.”

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o combate ao Aedes aegypti depende da atuação conjunta do poder público e da população. A eliminação de pequenos pontos de água parada dentro das residências é uma das principais medidas para impedir que o mosquito complete seu ciclo de reprodução.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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