Cultura
Seminário nacional discute fortalecimento e proteção de rodas de samba
Cultura
Pesquisadores, gestores públicos, lideranças culturais e representantes de rodas de samba de todo o Brasil reúnem-se para discutir os desafios e o papel dessas manifestações na vida cultural brasileira.

Com duração de três dias, 1º Seminário Nacional das Rodas de Samba, no centro da cidade do Rio de Janeiro, é organizado pelo Ministério da Cultura e traz reflexões sobre temas como economia criativa, patrimônio cultural, memória, participação social, promoção de políticas públicas, ocupação dos espaços públicos e desenvolvimento territorial.
O ministro da Cultura interino, Márcio Tavares, defende que as rodas de samba têm uma grande rede de produção cultural e preservam as tradições afro-brasileiras.
“Mais do que apresentações musicais, elas são ambiente de convivência, de memória, de educação popular, formação artística, emprego e renda, fortalecimento das redes comunitárias. As rodas mantêm viva essa tradição cultural que tem mais de 100 anos e envolve comunidades inteiras na sua realização. Acho que a gente ampliar esses instrumentos de valorização, de salvaguarda e de financiamento é muito importante”.
A programação inclui, ainda, debates com nomes como Helena Theodoro, Tadeu Kaçula, Nei Lopes, Nilcemar Nogueira e Zé Luiz do Império, entre outros.
A cerimônia de encerramento está prevista para acontecer no Clube Renascença, no bairro do Andaraí, zona norte da cidade, com uma mesa de debates seguida de feijoada e roda de samba em homenagem à histórica sambista carioca Tia Surica.
Para mais informações, acesse as redes sociais do Ministério da Cultura.
*Sob supervisão de Fábio Cardoso
Cultura
Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís
A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.
Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.
A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.
Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.
A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.
Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.
A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.
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