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Mostra em São Luís oferece imersão nos saberes do tambor de mina

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Uma das principais representações afro-religiosas do Maranhão, o tambor de mina ganha destaque em uma mostra especial a partir desta quarta-feira (27), em São Luís

A Casa do Tambor de Crioula, que fica no centro histórico da capital maranhense, recebe até o próximo sábado a mostra cultural “O Panteão dos Voduns: Divindades do Tambor de Mina Maranhense”, que oferece ao público visitante uma imersão nesta religião afro-brasileira que tem entre as características o culto aos espíritos indígenas (caboclos), divindades da Nação Jeje (os voduns) e os santos do catolicismo.

A expectativa é que a mostra, organizada pela Casa Ilê Ogu Oni Lonon Kpèntèn, contribua com a eliminação de estigmas e desconhecimento sobre o tambor de mina. 

A programação diária, sempre de 9h às 18h, contará com oficinas práticas de saberes tradicionais e dos toques de tambores sagrados da tradição Jeje – o tambor da mata, o guia e o contra-guia -; a apresentação do tambor de crioula Rosas de Maria; roda de conversa com sacerdotes do Tambor de Mina, finalizando com toque de tambor conduzido pelo Toy Vodunno Leandro de Ogum.

Haverá, ainda, uma exposição de indumentárias sagradas acompanhadas de painéis explicativos. 

A mostra também terá recursos imersivos para que o visitante possa vivenciar aspectos do universo dos voduns através de estímulos visuais, olfativos e sonoros. A entrada é gratuita. Outras informações no Instagram da Casa do Tambor de Crioula.    




Fonte: EBC Cultura

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Jornalistas indígenas lançam manual para qualificar a imprensa

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Primeiro Manual de Jornalismo Indígena do Brasil chega com a proposta de transformar a forma como os povos originários são retratados

No Viva Maria desta segunda-feira (10), Mara Régia conversa com o jornalista Luan Tremembé, coordenador da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor), sobre o lançamento de Poranga Marandúa – Manual de Jornalismo Indígena.

Escrito de forma coletiva por jornalistas indígenas e estudantes de Jornalismo de diferentes povos e biomas brasileiros, o manual reúne orientações para uma abordagem mais ética, qualificada e livre de estereótipos sobre os povos originários.

Luan destaca a importância de garantir que os próprios povos indígenas tenham voz na construção das narrativas sobre suas histórias, culturas e lutas.

O nome Poranga Marandúa, que significa “Boas Notícias” em nheengatu, também homenageia Andreza Baré, apontada como a primeira indígena formada em Jornalismo no Brasil.

Confira no player.


Fonte: EBC Cultura

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