Cultura
Viva Maria reflete sobre a “falsa abolição” da escravatura no Brasil
Cultura
Olá amigas e amigos deste nosso programa que, à luz de uma verdade histórica incontestável, desde os anos 1980 se nega a comemorar o 13 de maio, que é o dia oficial da Abolição da Escravatura no Brasil.

A exemplo do que faz o movimento negro, este programa prefere aproveitar a data para chamar a atenção da nossa sociedade para o cenário de exclusão e discriminação que, até hoje, 138 anos depois, ainda nega à população negra a igualdade de oportunidades.
Por isso, em nome de uma revisão que a história desse país ainda está a nos dever — inclusive nos livros didáticos — queremos ouvir a professora Gina Vieira Ponte, que ainda ontem (12) foi agraciada com o Prêmio Engenho Mulher 2025 por ter se tornado uma referência em educação do Brasil.
Ela é autora do Projeto Mulheres Inspiradoras, responsável pela transformação da vida de centenas de alunos da rede pública que frequentaram suas aulas, em Brasília (DF).
A propósito, neste 13 de maio, vamos ouvir com muita atenção a aula que ela vai nos dar sobre os bastidores políticos que levaram a Princesa Isabel a promulgar a Lei Áurea.
▶️ Clique no player acima de acompanhe a entrevista!
Cultura
Jornalistas indígenas lançam manual para qualificar a imprensa
Primeiro Manual de Jornalismo Indígena do Brasil chega com a proposta de transformar a forma como os povos originários são retratados
No Viva Maria desta segunda-feira (10), Mara Régia conversa com o jornalista Luan Tremembé, coordenador da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor), sobre o lançamento de Poranga Marandúa – Manual de Jornalismo Indígena.
Escrito de forma coletiva por jornalistas indígenas e estudantes de Jornalismo de diferentes povos e biomas brasileiros, o manual reúne orientações para uma abordagem mais ética, qualificada e livre de estereótipos sobre os povos originários.
Luan destaca a importância de garantir que os próprios povos indígenas tenham voz na construção das narrativas sobre suas histórias, culturas e lutas.
O nome Poranga Marandúa, que significa “Boas Notícias” em nheengatu, também homenageia Andreza Baré, apontada como a primeira indígena formada em Jornalismo no Brasil.

Confira no player.
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