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Atores e roteiros criados por IA não poderão concorrer ao Oscar

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Atores e roteiros criados por IA, Inteligência Artificial, não poderão concorrer ao Oscar.

A nova regra foi publicada nesta semana pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, organizadora da premiação.

O objetivo é deixar claro que a atuação e o roteiro de filmes devem ser realizados por seres humanos para serem elegíveis a um dos principais prêmios do cinema mundial.

As alterações se aplicam às inscrições para a próxima cerimônia do Oscar, programada para março de 2027.

As regras estabelecem que a Academia pode solicitar informações adicionais para verificar se os roteiros enviados foram criados por humanos.

A IA generativa deixou o setor em alerta porque os atores temem que os estúdios usem a tecnologia para substituir os trabalhadores humanos para reduzir os custos.

No ano passado, a estreia de uma atriz gerada por IA, chamada Tilly Norwood, provocou uma reação negativa do sindicato de atores, principalmente, pela demonstração de interesse de executivos de estúdios.

De acordo com as novas regras da Academia, os cineastas podem usar ferramentas de IA, mas um ator “sintético”, como Norwood, não seria elegível para um Oscar.

A Academia definiu também que os roteiros devem ter “autoria humana” para serem elegíveis a concorrer ao prêmio.

*Com informações da Agência Brasil


Fonte: EBC Cultura

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Jornalistas indígenas lançam manual para qualificar a imprensa

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Primeiro Manual de Jornalismo Indígena do Brasil chega com a proposta de transformar a forma como os povos originários são retratados

No Viva Maria desta segunda-feira (10), Mara Régia conversa com o jornalista Luan Tremembé, coordenador da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor), sobre o lançamento de Poranga Marandúa – Manual de Jornalismo Indígena.

Escrito de forma coletiva por jornalistas indígenas e estudantes de Jornalismo de diferentes povos e biomas brasileiros, o manual reúne orientações para uma abordagem mais ética, qualificada e livre de estereótipos sobre os povos originários.

Luan destaca a importância de garantir que os próprios povos indígenas tenham voz na construção das narrativas sobre suas histórias, culturas e lutas.

O nome Poranga Marandúa, que significa “Boas Notícias” em nheengatu, também homenageia Andreza Baré, apontada como a primeira indígena formada em Jornalismo no Brasil.

Confira no player.


Fonte: EBC Cultura

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