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Lucas Marchioro: de um começo sozinho à construção de uma farmácia baseada em confiança em Cuiabá

Empreendedor de Cuiabá, Lucas Marchioro constrói a Drogaria Brasileira Popular com foco em confiança, atendimento humano e crescimento sólido.

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Lucas Marchioro Empreendedorismo / Cuiabá

Lucas Marchioro: de um começo sozinho à construção de uma farmácia baseada em confiança em Cuiabá

À frente da Drogaria Brasileira Popular, empreendedor aposta em atendimento humanizado, gestão sólida e visão de longo prazo para crescer sem pular etapas


Nem todo negócio nasce estruturado.

Alguns começam com uma chave na mão, uma porta para abrir… e a responsabilidade inteira nas costas de uma única pessoa.

Foi assim que Lucas Marchioro iniciou a trajetória da Drogaria Brasileira Popular, no bairro Primeiro de Março, em Cuiabá.

Movido por um sonho e pela escolha precoce da profissão, ele transformou um começo simples em um projeto que hoje se consolida com base em confiança, disciplina e visão estratégica.


Um começo com propósito ainda aos 17 anos

A decisão de seguir no ramo farmacêutico veio cedo.

Aos 17 anos, influenciado pelos pais, Lucas iniciou sua jornada e rapidamente desenvolveu identificação com a profissão.

“Logo fui me conectando com o que fazia e desenvolvendo um amor verdadeiro pelo ramo”, afirma.


Mais de um ano sozinho: o bastidor que ninguém vê

Antes de qualquer crescimento, veio a fase mais dura.

Lucas passou mais de 365 dias operando a drogaria sozinho, das 7h às 22h, incluindo domingos e feriados.

Não era estratégia. Era necessidade.

Sem condições de contratar, ele precisava manter o funcionamento e honrar compromissos com fornecedores.

Esse período foi o que moldou a base do negócio.


O diferencial que não está na prateleira

Em um mercado competitivo, Lucas decidiu seguir outro caminho.

O foco não seria apenas vender, mas cuidar.

A Drogaria Brasileira Popular se posiciona com base em atendimento humanizado: ouvir, entender e indicar o que realmente é necessário.

Sem empurrar produtos. Sem atalhos.

“Confiança vem antes de qualquer venda.”


O erro que virou virada de chave

No início, veio um erro comum: confundir faturamento com lucro.

O dinheiro entrava, mas não significava resultado real.

Com o tempo, Lucas desenvolveu uma visão mais madura sobre gestão e controle financeiro.

Negócio não cresce só vendendo. Cresce com gestão.


Crescer no tempo certo

Enquanto muitos querem expandir rápido, Lucas prefere consolidar a base primeiro.

Fortalecer a operação, organizar a gestão e só depois pensar em expansão.

Novas unidades e franquias fazem parte do plano, mas no tempo certo.


Mentalidade: menos emoção, mais execução

O que mantém o negócio no jogo não é motivação momentânea.

É clareza.

Problemas aparecem, ele resolve. Sem drama. Sem desculpa.


De Cuiabá para o Brasil

A visão vai além do bairro.

O objetivo é expandir a marca para outros lugares, inclusive em nível nacional.

Mas sem pular etapas.


No fim, não é sobre farmácia

É sobre confiança.

Sobre o cliente entrar e saber que será bem atendido, orientado e respeitado.

Esse é o tipo de negócio que permanece.


Pulso MT

Histórias como a de Lucas Marchioro mostram que empreendedorismo não é sobre sorte.

É sobre consistência.

Sobre fazer o básico bem feito todos os dias, principalmente quando ninguém está vendo.

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

Fonte: Governo MT – MT

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