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Documentário “Sagrado” é vencedor do festival “É Tudo Verdade”

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O documentário “Sagrado” é o vencedor brasileiro do Festival Internacional “É Tudo Verdade”. O filme levou o troféu de melhor longa ou média-metragem na trigésima primeira edição do evento, neste fim de semana.

Com 90 minutos, a produção mergulha no cotidiano de professores e funcionários de uma escola pública em Diadema, Grande São Paulo, para mostrar a superação de limites, uma trajetória de luta popular e a valorização de toda rede por trás do processo de educar.

A diretora Alice Riff também levou o troféu de melhor direção, dado pela Associação Paulista de Cineastas.

“Para mim é um reconhecimento duplo: é um reconhecimento do meu trabalho enquanto diretora e é um reconhecimento desses profissionais da educação que estão ali fazendo o que podem e o que não podem, se esforçando. Então, esse filme tem uma dimensão do cotidiano, do presente, e também resgata essa luta pelo direito de moradia e pelo direito à educação.” 

O júri destacou o filme pela narrativa baseada na escuta e no respeito aos personagens.

Antonia Pellegrino, presidenta da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), empresa que contemplou o documentário pelo edital “Seleções”, por meio da TV Brasil, comemorou a premiação e parabenizou à equipe.

“É uma enorme alegria que esse prêmio chegue e que o selo do ‘Seleção’ e da TV Brasil estejam na tela de cinema de um filme premiado. Isso só reforça a importância da parceria entre a TV pública e o setor audiovisual. Em breve teremos o filme ‘Sagrado’, o filme premiado, disponível para que todas as pessoas no Brasil possam assistir. Então, parabéns Alice Riff!” 

Com a vitória, o documentário “Sagrado” se torna elegível para o Oscar, já que o festival é reconhecido pela Academia de Hollywood.

O festival É Tudo Verdade reuniu 75 filmes de 25 países e também premiou o longa luso-espanhol “Um Filme de Medo”, na Competição Internacional.

Entre os curtas, os vencedores foram o cubano-italiano “Sonhos de Apagão” e o brasileiro “Os Arcos Dourados de Olinda”.

 


Fonte: EBC Cultura

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Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís

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A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.

Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.

A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.

Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.

A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.

Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.

A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.


Fonte: EBC Cultura

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