Cultura
Festival no interior do Pará celebra o fenômeno natural da Pororoca
Cultura
A Pororoca é um fenômeno natural comum na região amazônica. Ela consiste no encontro das águas doce e salgada, forma ondas gigantes de até quatro metros que sobem o leito do rio, sendo a maior onda fluvial do mundo, com intenso estrondo e impacto na margem. Esse show que a natureza dá se tornou a atração principal de um festival em São Domingos do Capim, que propõe dias de emoção e cultura com iniciativas que enaltecem a identidade local. Orivaldo Bateria, prefeito de São Domingos do Capim, destaca a particularidade desse município do nordeste paraense.

“São Domingos do Capim tem uma particularidade porque lá é o encontro dos dois rios, o rio Guamá e o rio Capim. E é um fenômeno que acontece em alguns meses do ano, que é influenciado pela tábua de maré, pela lua. E agora, em 2026, a gente tem o fenômeno acontecendo no período que a gente vai fazer o festival. Então é o momento para as pessoas conhecerem, para ver como é que essa onda nasce. Eu falo que é até difícil da gente explicar como é a Pororoca. Só tu vivenciando e vendo esse fenômeno de perto, que é um fenômeno natural. A onda da Pororoca ela surge e ela tem um percurso ali no Mirante do Barriga e na Ilha do Tóyo de quase dois quilômetros onde o pessoal consegue surfar”.
A Pororoca é um momento especial, uma onda que acontece uma vez ao dia e uma vez à noite. O evento vai acontecer na Arena Pororoca e conta com várias apresentações culturais, acessibilidade, esporte, como campeonato de surf, trilha de bike, jet ski, skate, futebol de areia e vôlei de areia. Também conta com competições de decoração de rabetas e o concurso de Garoto e Garota Pororoca. A edição anunciada vai ocorrer entre 16 e 19 de abril deste ano, 2026.
Cultura
Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís
A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.
Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.
A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.
Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.
A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.
Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.
A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.
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