Cuiabá
Venda de pescado com preço fixo começa hoje e contempla diversos pontos de Cuiabá
Cuiabá
Começa nesta segunda-feira, 30 de março, a venda de pescado da tradicional Feira Peixe Santo 2026 em Cuiabá. A iniciativa da Prefeitura já está em funcionamento em diferentes regiões da cidade, garantindo à população acesso facilitado ao alimento típico da Semana Santa, com preço fixo e estrutura adequada para compra.
Ao todo, são 13 pontos de comercialização distribuídos estrategicamente pela capital, contemplando bairros centrais, periféricos e também distritos. A proposta é descentralizar a oferta, evitar deslocamentos longos e ampliar o alcance da ação, beneficiando consumidores e comerciantes.
Durante o período da feira, que segue até o dia 3 de abril, o peixe inteiro está sendo vendido ao valor único de R$ 25 o quilo. Entre as espécies disponíveis estão pacu, tambacu, tambatinga, pirapitinga e tilápia, opções bastante procuradas nesta época do ano. Serviços adicionais, como limpeza, corte ou filetagem, podem ser cobrados à parte, conforme a escolha do consumidor.
Os pontos funcionam diariamente das 6h às 22h, oferecendo comodidade para quem deseja antecipar as compras ou garantir o pescado mais próximo de casa. A estrutura montada inclui tendas, mesas de apoio, identificação visual e armazenamento adequado com caixas térmicas, assegurando melhores condições de higiene e conservação.
Além disso, os comerciantes devem seguir normas sanitárias rigorosas, como o controle de temperatura entre 0 °C e 4 °C, uso constante de gelo e apresentação de nota fiscal com selo de inspeção. A fiscalização é realizada por equipes da Vigilância Sanitária e outros órgãos municipais, garantindo a qualidade dos produtos ofertados.
A Feira Peixe Santo já faz parte do calendário da cidade e reforça o incentivo ao consumo de pescado durante o período religioso, ao mesmo tempo em que fomenta a economia local e gera renda para pequenos produtores e vendedores.
A população pode encontrar os pontos de venda em locais como Praça Alencastro, Parque das Águas, Museu do Rio, Terminal do CPA III, Parque Tia Nair, Praça 8 de Abril, entre outros distribuídos por toda a cidade.
A orientação é que os consumidores aproveitem a facilidade, escolham o ponto mais próximo e garantam seu pescado com qualidade, preço acessível e segurança alimentar.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Complexo do Museu do Rio é reconhecido como Patrimônio Imaterial de Cuiabá
A Câmara Municipal de Cuiabá aprovou nesta terça-feira (23) o projeto de lei que declara o complexo do Museu do Rio como Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural Imaterial da capital. Localizado na orla do bairro do Porto, o espaço guarda parte importante da memória cuiabana e mantém vivas tradições ligadas ao antigo Mercado do Peixe e à relação histórica da população com o Rio Cuiabá.
De autoria da vereadora Katiuscia Manteli (Podemos), a proposta reconhece o valor cultural, social e histórico de um local que faz parte da trajetória de milhares de cuiabanos. Durante décadas, o antigo Mercado do Peixe foi cenário de encontros, trabalho, convivência e da preservação de costumes que ajudaram a construir a identidade da cidade.
Para Katiuscia, a aprovação representa um passo importante na valorização da cultura local e da memória coletiva.
“Quando falamos do Museu do Rio, estamos falando de histórias, de pessoas e de tradições que fazem parte da nossa identidade. Esse reconhecimento ajuda a preservar um patrimônio que pertence a todos os cuiabanos e que merece ser lembrado e valorizado”, afirmou.
A proposta busca fortalecer a preservação dos saberes, das práticas culturais e das formas de convivência desenvolvidas no local ao longo dos anos. O reconhecimento também contribui para manter viva a herança cultural ligada à pesca artesanal, à gastronomia regional e aos costumes das comunidades ribeirinhas.
Segundo a parlamentar, proteger espaços como o Museu do Rio é garantir que as futuras gerações conheçam e compreendam a própria história.
“Preservar a memória é preservar a nossa essência. O Museu do Rio guarda lembranças e tradições que ajudam a contar como Cuiabá foi construída e por que temos tanto orgulho das nossas raízes”, destacou.
Ao oficializar o complexo do Museu do Rio como patrimônio imaterial, o município reafirma a importância de cuidar das estruturas físicas e também de proteger as histórias, os costumes e as tradições que ajudam a contar a trajetória de Cuiabá.
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