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Resgatados pela Sema, mãe e filhote de tamanduá-mirim retornam à natureza

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Mato Grosso

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), com o apoio do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), realizou, neste sábado (28.3), a soltura de um tamanduá-mirim fêmea e seu filhote, em Nova Mutum.

A soltura dos animais foi realizada em uma fazenda de Nova Mutum com mata preservada e que está cadastrada junto à Sema.

Os animais foram resgatados na terça-feira (24.3) pelo Corpo de Bombeiros, circulando na área central de Tangará da Serra. Moradores avistaram os tamanduás e acionaram os militares, que realizaram o resgate e levaram os mamíferos até a Unidade Desconcentrada da Sema em Tangará.

Ao serem avaliados na Regional da Sema, foi observado que a mãe não apresentava respostas características da espécie, como a ferocidade. Ela estava apática ao chegar ao local. Por isso, os agentes ambientais optaram por levar os animais para uma clínica veterinária conveniada ao órgão ambiental, no município de Nova Mutum.

De acordo com a médica veterinária Gabriella Accardi, os tamanduás apresentavam um quadro de anemia leve, confirmado após exames de sangue e ultrassom. Os dois receberam soro e reposição de vitaminas. Recuperados, eles estavam habilitados à volta ao habitat natural neste sábado, conforme avaliação da Gerência de Fauna Silvestre da Secretaria.

Orientações

A Sema orienta que, ao se deparar com animais silvestres que necessitem de resgate, a população deve acionar a Polícia Militar pelo 190 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

O procedimento é importante para evitar riscos desnecessários tanto à saúde do animal quanto à do cidadão.

Já os crimes contra animais silvestres podem ser denunciados à Ouvidoria Setorial da Sema, pelos números (65) 3613-7398 e (65) 98153-0255 (telefone e WhatsApp), ou pelo e-mail [email protected], ou ainda em uma das unidades regionais.

*Sob supervisão de Renata Prata

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

Fonte: Governo MT – MT

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