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Cáceres entra no radar de investidores com concessão de aeroporto e avanço logístico

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Ligação com o Aeroporto de Brasília e sinergia com a Zona de Processamento de Exportação de Cáceres e o Pantanal podem transformar a cidade em hub de exportação e turismo no estado

Concessão do aeroporto pode transformar Cáceres em polo logístico e atrair investidores; entenda oportunidades

A inclusão do aeroporto de Cáceres no pacote de concessões do Governo Federal, atrelado ao Aeroporto de Brasília, abre uma nova frente de oportunidades econômicas na região oeste de Mato Grosso. O leilão está previsto para dezembro de 2026 e deve transferir a gestão do terminal à iniciativa privada, com previsão de investimentos em infraestrutura e operação.

A medida ocorre em um momento estratégico para o município, que já vive uma fase de expansão com a implantação da Zona de Processamento de Exportação de Cáceres, a regulamentação de free shops e o fortalecimento do regime de cidades gêmeas na fronteira com a Bolívia.


Infraestrutura como motor econômico

Especialistas apontam que a concessão pode corrigir gargalos históricos de logística. Com melhorias na pista, no terminal e na capacidade de carga, o aeroporto tende a reduzir custos operacionais e ampliar a eficiência no transporte de mercadorias e passageiros.

Na prática, isso significa:

  • Mais agilidade para exportações de produtos de alto valor agregado
  • Facilidade de acesso para empresários e investidores
  • Maior competitividade para empresas instaladas na região

Efeito direto na ZPE e no comércio exterior

A proximidade entre o aeroporto e a ZPE coloca Cáceres em posição estratégica para o comércio internacional. A expectativa é que a modernização da estrutura aérea funcione como suporte logístico para empresas exportadoras.

Com isso, o município pode:

  • Atrair indústrias voltadas à exportação
  • Integrar cadeias produtivas ao mercado global
  • Ampliar a movimentação econômica com foco externo

Para investidores, esse cenário indica um ambiente favorável para negócios ligados à logística, armazenagem, agroindústria e comércio exterior.


Turismo em alta no Pantanal

Outro setor diretamente impactado é o turismo. Cáceres é considerada porta de entrada para o Pantanal, um dos principais destinos de ecoturismo do país.

Com maior conectividade aérea, a tendência é:

  • Aumento do fluxo de turistas nacionais e internacionais
  • Expansão da rede hoteleira e gastronômica
  • Valorização de serviços ligados ao turismo de გამოცდილ natureza

Esse movimento cria oportunidades para investimentos em hotelaria, transporte turístico e experiências voltadas ao ecoturismo.


Modelo em bloco amplia segurança do investimento

O aeroporto de Cáceres será concedido dentro de um bloco que inclui outros terminais regionais, como Juína e Tangará da Serra. Esse modelo garante que aeroportos menores recebam aportes de operadores consolidados, elevando o padrão de gestão e reduzindo riscos.

Segundo o governo, o edital está em análise pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e busca evitar falhas observadas em concessões anteriores, com contratos mais sustentáveis e metas realistas de investimento.


Oportunidade para investidores

A combinação entre infraestrutura aeroportuária, incentivos fiscais da ZPE e localização estratégica posiciona Cáceres como um novo eixo de crescimento no estado.

Entre os setores com maior potencial estão:

  • Logística e transporte
  • Agronegócio e agroindústria
  • Comércio exterior
  • Turismo e serviços

A expectativa é que o aeroporto funcione como catalisador desse processo, impulsionando não apenas a economia local, mas toda a região oeste de Mato Grosso.

Para investidores, o movimento sinaliza mais do que uma obra de infraestrutura: indica a formação de um novo corredor econômico, com potencial de crescimento nos próximos anos.

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Rondonópolis

Com mais de U$ 900 milhões, Rondonópolis lidera exportações em Mato Grosso

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Rondonópolis mantém a liderança nas exportações mato-grossenses e fecha o primeiro quadrimestre de 2026 com o total de U$ 917,5 milhões exportados, valor 14,4% maior do mesmo período do ano passado.

Os números são do Ministério de Indústria e Comércio Exterior e foram publicados nesta quinta-feira (7). Eles apontam ainda que, com esse montante exportado, o Município foi o 17º no Brasil que mais exportou no período. As exportações locais representaram 8,5% do total exportado por Mato Grosso e 0,8% do exportado pelo país.

Da mesma forma, Rondonópolis teve aumento no valor importado entre janeiro e abril deste ano em relação à 2025. As importações locais cresceram 128,4%, fechando em U$ 236,5 milhões, o que representou 36,1% das importações mato-grossenses e 0,3% da brasileira no período. Com esse valor, Rondonópolis foi a cidade que mais importou no estado e a 82ª no Brasil.

Com U$ 917,5 milhões exportados e U$ 236,5 milhões importados, o Município registrou superávit de U$ 681 milhões neste primeiro quadrimestre de 2026.

Quando considerado somente o mês de abril, as exportações locais somaram U$ 231 milhões e as importações U$ 106,7 milhões.

Neste período de janeiro a abril, as exportações de Rondonópolis tiveram a China como principal destino. Para o país da Ásia, as exportações somaram U$ 308,1 milhões, montante que representou 33,6% do total exportado no período.

As importações, por sua vez, vieram, em maioria, do Canadá, somando U$ 76,8 milhões e representando 32,5% do total importado no período por Rondonópolis.

A torta e outros resíduos sólidos da extração do óleo de soja foram os principais produtos exportados pela cidade neste primeiro quadrimestre do ano, representando 39,5% do total exportado. 

Ainda com papel importante nas exportações locais, estão a soja, que representou 31,1% das exportações locais no período; o algodão (16,2%); e, a carne bovina (6,4%).

Entre os produtos importados, o destaque fica com os adubos ou fertilizantes, que representaram mais de 95% das importações, seguido dos inseticidas, que representaram 3,4%.

Prefeitura de Rondonópolis

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