Cultura
Ator Juca de Oliveira morre aos 91 anos em São Paulo
Cultura
Morreu neste sábado, aos 91 anos o ator, escritor e dramaturgo Juca de Oliveira. Ele estava internado deste o dia 13 de março, na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com um quadro de pneumonia associado a uma condição cardiológica.

A morte foi comunicada, pela família, em nota à imprensa. Logo após o anúncio, amigos de trabalho e fãs prestaram homenagens nas redes sociais, destacando a importância de Juca de Oliveira para o teatro, a televisão e o cinema no Brasil.
Na nota, a família lembrou que ele era membro da Academia Paulista de Letras e teve uma trajetória marcada não apenas como intérprete, mas também como autor e diretor de obras relevantes, com olhar crítico, sensibilidade social e forte conexão com o público.
Ao longo da carreira, participou de mais de 30 novelas e minisséries, além de atuar em mais de dez filmes e cerca de 60 peças de teatro, muitas delas também escritas por ele.
José Juca de Oliveira Santos nasceu em 16 de março de 1935, na cidade de São Roque, no interior de São Paulo, e iniciou sua carreira no teatro nos anos 1950.
O velório acontece na tarde deste sábado em cerimônia restrita a amigos e familiares.
Cultura
Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís
A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.
Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.
A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.
Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.
A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.
Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.
A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.
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