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O erro de comunicação que pode estar travando sua vida (e quase ninguém percebe)

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Cidades

Evento em Cuiabá reúne especialistas e expõe como falhas invisíveis na forma de se expressar impactam carreira, relações e até a forma como você se entende

 

Na última segunda-feira (16), Cuiabá foi palco de um evento de comunicação que reuniu especialistas de destaque nacional para discutir tendências, comportamento e os impactos da comunicação na sociedade contemporânea. Promovido pela RDanilo Academy, o encontro contou com a participação da jornalista Monique Arruda, da escritora e jornalista Luzimar Collares e da fonoaudióloga Sonia Mazzeto.

Com foco em comunicação, posicionamento digital, linguagem corporal e inteligência artificial, o evento atraiu profissionais e interessados em aprimorar habilidades essenciais para o mercado atual. Ao longo das palestras, foram abordados temas como comportamento humano, psicologia da comunicação, verbalização consciente e o papel do comunicador em um cenário cada vez mais digital.

Além do networking, o encontro destacou um ponto central: a comunicação vai muito além do ambiente profissional. Especialistas reforçaram que a habilidade de se expressar com clareza é determinante não apenas na carreira, mas também nas relações pessoais e sociais.

Um dos principais alertas feitos durante o evento foi sobre os chamados “ruídos de comunicação” que são a causa (inesperada e não intencional) de desentendimentos, brigas, falsas acusações e até mesmo de informações que se perdem no conteúdo. Segundo as palestrantes, desenvolver uma comunicação assertiva é um diferencial competitivo e uma ferramenta essencial para evitar conflitos.

Outro destaque foi a reflexão sobre o autoconhecimento como base da boa comunicação. A ideia de que “comunicar-se bem começa por entender a si mesmo” norteou parte das discussões, conectando conceitos de neurocomportamento e inteligência emocional. Nesse contexto, foi apresentado que fatores instintivos e emocionais influenciam grande parte das decisões humanas, enquanto a racionalidade — diretamente ligada à comunicação — ocupa uma parcela menor, exigindo prática e desenvolvimento contínuo.

A comunicação não é um fator que visa exclusivamente transmitir a própria ideia a outra pessoa; a comunicação começa transmitindo com clareza a sua própria ideia para si mesmo. Quem não sabe se comunicar com o outro, muitas vezes também não sabe compreender a si mesmo.

Muitas vezes o ser humano apresenta a tendência de evitar o desconforto, e isso é natural e cientificamente comprovado pelo lado reptiliano (instinto de sobrevivência) e emocional (autoproteção) do cérebro, que representam 93% da identidade de uma pessoa. Apenas 7% é racional, e é essa pequena parte que cuida da comunicação. Assim como outros músculos, se o cérebro não for exercitado, ele atrofia. E sendo a racionalidade uma parte tão pequena do cérebro, quão fácil é deixar de usá-la?

Entendendo isso, é possível compreender a importância da palestra proporcionada por essas três mulheres: elas ensinaram que o diálogo bem construído é a chave que abre muitas portas na vida. E passar este conhecimento só foi possível a partir de um autoconhecimento e comunicação que foram desenvolvidos ao longo de muitos anos de trabalho (e aprimoramento).

Durante o evento, os participantes também foram incentivados a reduzir estímulos externos e investir no alinhamento interno de pensamentos com intenção e direcionamento, prática considerada fundamental para uma comunicação mais clara, intencional e eficaz.

Em um cenário em que soft skills, comunicação eficaz e presença digital ganham cada vez mais relevância, eventos como este se tornam estratégicos para o desenvolvimento pessoal e profissional. Em Mato Grosso, iniciativas desse porte ainda são consideradas raras, o que reforça a importância de valorização e incentivo a novas edições.

Mais do que uma troca de conhecimento, o encontro deixa uma provocação: em um mundo hiperconectado, as pessoas estão realmente sabendo se comunicar? A IA está auxiliando ou atrofiando aquilo que já era um desafio?

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Rondonópolis

Obras do viaduto da Lions com Fernando Correa já registram intervenções iniciais

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Os
trabalhos iniciais de construção do viaduto da Rua Fernando Correa
da Costa com a Avenida Lions Internacional, em Rondonópolis, já
podem ser vistos por quem passa pelas imediações. A obra do
primeiro viaduto no trânsito urbano de Rondonópolis foi iniciada
com intervenções necessárias ao prosseguimento do projeto.

O
entroncamento receberá um viaduto orçado em R$ 17,931 milhões, em
concreto armado e protendido, dando acesso ainda à Avenida dos
Estudantes e à Avenida Otaviano Muniz, com extensão de 204,78m para
o viaduto e 95,20m para os acessos, ambos com largura de 8,80m,
ajudando a organizar e melhorar o fluxo de veículos no local.

Nessa
fase inicial, são necessários diversos serviços e levantamentos
técnicos para viabilização do projeto. Uma das intervenções em
andamento está sendo realizada na readequação da tubulação que
passa pelo local e vem sendo conduzida pelo Serviço de Saneamento
Ambiental de Rondonópolis (Sanear).

Divulgação

Nesse
período, a Avenida dos Estudantes está com um trecho interditado
totalmente, entre a unidade da 2ª Ciretran até a Avenida Lions
Internacional, no sentido bairro-centro. O trânsito no sentido
centro-bairro pela Fernando Correa da Costa segue com fluxo liberado.
Posteriormente, outras interdições serão necessárias.

O
novo viaduto é resultado da articulação política do prefeito
Cláudio Ferreira junto ao Governo do Estado, visando a
disponibilização dos recursos necessários. Além disso, a
Prefeitura de Rondonópolis, através da Secretaria Municipal de
Infraestrutura, contribuiu ficando responsável por executar o
projeto da obra.

Divulgação

Prefeitura de Rondonópolis

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