Cultura
Jaraqui é reconhecido como patrimônio cultural imaterial do Amazonas
Cultura
O sabor que conquistou gerações ganhou reconhecimento oficial. O peixe jaraqui foi declarado Patrimônio Cultural imaterial do Amazonas.

Quem é do estado sabe: o jaraqui não é só comida. É história, é costume e é parte da vida.
Presente diariamente nas feiras, mercados e principalmente na mesa da população, o jaraqui vai muito além da alimentação. O reconhecimento valoriza o peixe como símbolo cultural, ligado às tradições, à economia e até às expressões populares da região.
Com a nova lei, o pescado passa a ser oficialmente protegido e promovido como patrimônio do estado. O projeto é de autoria do deputado estadual Ednailson Rozenha, do PSD, e prevê ações como incentivo a pesquisas, atividades educativas e apoio a eventos culturais que mantenham viva essa tradição. A iniciativa também busca fortalecer a cadeia produtiva e valorizar os trabalhadores que dependem da pesca.
Na capital Manaus, o jaraqui já tinha o reconhecimento desde 2019. Agora, o título se estende para todo o Amazonas, ampliando ainda mais o valor simbólico do peixe.
E no fim das contas, a velha frase continua firme — quase um lema regional: quem come jaraqui não sai mais daqui. E agora, com lei e tudo, virou patrimônio do Amazonas.
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Ferramenta de IA da Ancine vai orientar sobre prestação de contas
A Agência Nacional do Cinema, a Ancine, lançou uma ferramenta de inteligência artificial para orientar profissionais e empresas do audiovisual sobre prestação de contas e fiscalização.

Batizado de Cine Bot, o serviço facilita o acesso a informações sobre a atuação da agência e sobre o setor audiovisual brasileiro, como explica Rian Bessa Lopes, integrante da equipe da Ancine que participou do desenvolvimento da plataforma.
“A principal vantagem, o benefício da ferramenta é que o usuário consegue conversar com a ferramenta utilizando linguagem natural, como se realmente estivesse conversando com uma pessoa. É uma forma bem mais simples e intuitiva de conhecer, esclarecer dúvidas que possam ter sobre a legislação, as normas, os documentos oficiais que são aplicados à área, sem precisar ter o conhecimento aprofundado disso. A ferramenta consegue guiar o usuário, explicar definições, aspectos dessa legislação”.
Rian Lopes explicou que o Cine Bot será implantado em várias fases. Nesta primeira etapa, a plataforma está disponível para servidores e usuários externos e responde a dúvidas sobre prestação de contas de projetos audiovisuais e processos de fiscalização.
O sistema será ampliado gradualmente, incorporando temas como fomento, regulação e mercado audiovisual. Segundo a Ancine, essa fase inicial também servirá para testes e ajustes antes da expansão do serviço.
As consultas podem ser feitas em linguagem natural, sem a necessidade de conhecimento prévio sobre a estrutura documental da autarquia. As respostas são baseadas exclusivamente em documentos e normas internas da Ancine.
O acesso ao Cine Bot pode ser feito no site da Ancine, na aba “Central de Conteúdos”.
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