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Cultura

Corpo e encanto: começa em São Luís a Mostra Maresia de Videoarte

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Começa nesta quarta (11) e segue até sexta-feira (13), em São Luís (MA), a Maresia – Mostra de Videoarte. Com o tema Reimaginar o Corpo, Reinventar o Encanto, o evento reúne exibição de obras audiovisuais, oficinas formativas, mesa de debates, rodas de conversa e uma exposição.

As sessões de exibição dos 30 trabalhos selecionados, de artistas de várias partes do país, acontecem sempre no período da noite no Espaço Cultural Humberto de Maracanã e no Museu de Artes Visuais do Maranhão, ambos localizados no Centro Histórico da capital maranhense.

Nesta quarta também serão exibidas obras nas comunidades quilombolas Cajueiro, localizada em Alcântara, e Fé em Deus, que fica em  Santa Rita.

As atividades formativas ligadas ao audiovisual, como linguagem de videoarte, serão ministradas pelos artistas maranhenses Dinho Araújo e Ellen Veloso, e pela baiana Luma Nascimento.

Na sexta-feira, a partir das 18h, o Espaço Cultural Humberto de Maracanã, que fica na rua do Desterro, recebe a Mesa de Diálogo Videoarte, cinema e outras formas de narrar o mundo, reunindo artistas e pesquisadoras para uma conversa sobre as múltiplas possibilidades de criação e construção de narrativas no audiovisual.

Além dos três dias de programação, a Mostra Maresia ainda conta com a Exposição Atravessamentos, que  fica em cartaz até o dia 11 de abril no Museu de Artes Visuais do Maranhão. 

A programação completa do evento é gratuita e  está disponível no instagram @mostramaresia.




Fonte: EBC Cultura

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Jornalistas indígenas lançam manual para qualificar a imprensa

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Primeiro Manual de Jornalismo Indígena do Brasil chega com a proposta de transformar a forma como os povos originários são retratados

No Viva Maria desta segunda-feira (10), Mara Régia conversa com o jornalista Luan Tremembé, coordenador da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor), sobre o lançamento de Poranga Marandúa – Manual de Jornalismo Indígena.

Escrito de forma coletiva por jornalistas indígenas e estudantes de Jornalismo de diferentes povos e biomas brasileiros, o manual reúne orientações para uma abordagem mais ética, qualificada e livre de estereótipos sobre os povos originários.

Luan destaca a importância de garantir que os próprios povos indígenas tenham voz na construção das narrativas sobre suas histórias, culturas e lutas.

O nome Poranga Marandúa, que significa “Boas Notícias” em nheengatu, também homenageia Andreza Baré, apontada como a primeira indígena formada em Jornalismo no Brasil.

Confira no player.


Fonte: EBC Cultura

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