Cultura
10 anos sem Naná Vasconcelos, um legado de valorização da cultura
Cultura
Esta segunda-feira, 9, marca os 10 anos da morte do multiartista pernambucano Naná Vasconcelos, que faleceu em 2016 aos 71 anos, vítima de câncer de pulmão.

Reconhecido internacionalmente como um dos maiores percussionistas da história da música, Naná Vasconcelos, nome artístico de Juvenal de Holanda Vasconcelos, nasceu no Recife e ajudou a projetar a música brasileira para o mundo.
O artista conquistou prêmios importantes da música internacional, como Grammy Latino de melhor álbum de raízes brasileiras pelo disco Sinfonia e Batuques, lançado em 2010.
Além disso, o músico também coleciona prêmios e reconhecimento ao lado de grandes nomes do jazz internacional. O artista deixou um legado marcado pela experimentação sonora e pela valorização da cultura brasileira.
Durante 15 anos também foi responsável pela abertura oficial do Carnaval do Recife. E se existe um instrumento que se tornou símbolo da arte de Naná Vasconcelos, esse instrumento é o berimbau, que o músico transformou em uma marca registrada de suas apresentações.
Naná também foi um grande difusor do ensino da música popular. Essa contribuição lhe rendeu o título de doutor honoris causa pela Universidade Federal Rural de Pernambuco, no ano de seu falecimento.
Em Pernambuco, diversos espaços celebram o legado do músico. Um dos destaques fica no Marco Zero, na capital pernambucana, onde uma estátua em tamanho real homenageia o artista tocando berimbau e fazendo aquilo que sempre amou: a música popular.
Cultura
Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís
A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.
Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.
A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.
Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.
A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.
Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.
A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.
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