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Museu de Belas Artes é homenageado em livro de Zuzana Paternostro

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Prestes a completar 90 anos, em 2027, o Museu Nacional de Belas Artes ganha uma homenagem especial. A húngara Zuzana Paternostro acaba de lançar o livro “Promovendo o Museu Nacional de Belas Artes por mais de Cinco Décadas”, em que conta a sua própria trajetória pessoal na instituição, onde desenvolveu uma sólida carreira, em atividades como técnica e curadora.

Nascida em Budapeste, em 1944, Zuzana é formada em História e Teoria da Arte, com mestrado e doutorado, e começou no Museu ainda como estagiária, desenvolvendo uma forte relação com a instituição.

Ela fala sobre o objetivo da obra…

“Esse livro, ele se destina para os estudiosos e para os dirigentes das instituições para ter conhecimento do acervo para indicar para estudiosos e para futuros museólogos que se mergulham nessa área de conhecer a envergadura da coleção e do acervo de pinturas da instituição”.

Um dos destaques do trabalho de Zuzana foi a curadoria de mais de 25 exposições, entre elas a grandiosa “Expo! Arte do Século 19”. A historiadora relembra essa importante mostra…

“Foi a exposição de um grande conjunto que perpassa o século 19. Na medida que o século 19 de arte europeia, pintura, desenho e esculturas é um dos mais abrangentes do Museu Nacional. Para conhecer esse século nós perpassamos na exposição desse assunto estilos como neoclássico, romantismo, realismo, impressionismo, e até o art nouveau e simbolismo”.

Zuzana destaca, ainda, a grandiosidade e a repercussão desse trabalho…

“Foi uma envergadura de exposição de 1.400 metros quadrados. No lugar de ficar dois, três meses, ela ficou seis anos, e foi visitação recorde do museu naquele tempo”.

A historiadora reforça a contribuição e a relevância social do Museu Nacional…

“É inquestionável a importância do Museu Nacional de Belas Artes para a sociedade brasileira, na medida que ele pertence ao patrimônio cultural do Brasil. Ele não pode ser vendido nem trocado. É uma das características mais importantes que é um acervo da própria cultura e de propriedade do Estado e da nação brasileira”.

O Museu Nacional de Belas Artes foi criado oficialmente em 1937 por Decreto do presidente Getúlio Vargas. O livro “Promovendo o Museu Nacional de Belas Artes por mais de Cinco Décadas” pode ser adquirido em contato direto com a autora, pelo e-mail zuzapater@gmail.com.


Fonte: EBC Cultura

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Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís

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A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.

Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.

A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.

Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.

A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.

Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.

A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.


Fonte: EBC Cultura

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