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Nova empresa reduz recolhimento e provoca acúmulo de resíduos em Várzea Grande

COLAPSO NA COLETA DE LIXO

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A substituição da empresa responsável pela coleta de lixo em Várzea Grande, anunciada pela prefeita Flávia Moretti (PL) como uma solução para melhorar a limpeza urbana e garantir mais eficiência, já apresenta resultados negativos nos primeiros dias de operação.

Desde que o Consórcio Pantanal Ambiental assumiu o serviço, após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) no sábado (17), moradores têm relatado acúmulo de lixo em diversos bairros, evidenciando queda no desempenho da coleta.

Levantamento do primeiro dia completo da nova operação, na segunda-feira (19), aponta que foram recolhidas 185,8 toneladas de resíduos em 24 viagens. Antes da troca, a média registrada às segundas-feiras era de 334,6 toneladas em 35 viagens, conforme boletins oficiais divulgados anteriormente.

Já nesta quarta-feira (22), os dados mostram que apenas 242 toneladas foram coletadas — cerca de 100 toneladas a menos por dia em comparação com a empresa anterior.

Na prática, o município deixou de recolher aproximadamente 149 toneladas de resíduos em um único dia. Além disso, cada caminhão passou a transportar cerca de 36 sacos de 50 litros a menos por viagem, reduzindo significativamente o volume retirado das ruas.

Um dos fatores para a queda no desempenho é a redução da capacidade da frota. Enquanto a empresa anterior operava com caminhões que somavam 330 metros cúbicos, o novo consórcio trabalha com apenas 244 metros cúbicos, além de realizar menos viagens diárias — de 35 caiu para 24.

Lixo se acumula nos bairros

Moradores de bairros como Jardim Maringá, Constumat, Residencial Flor do Ipê, Ponte Nova, Coophema e Parque do Lago relatam aumento visível no acúmulo de lixo.

Caso o ritmo atual seja mantido, a estimativa é que Várzea Grande deixe de recolher mais de 4,4 mil toneladas de resíduos por mês em comparação ao padrão anterior.

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Rondonópolis

Obras do viaduto da Lions com Fernando Correa já registram intervenções iniciais

Publicados

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Os
trabalhos iniciais de construção do viaduto da Rua Fernando Correa
da Costa com a Avenida Lions Internacional, em Rondonópolis, já
podem ser vistos por quem passa pelas imediações. A obra do
primeiro viaduto no trânsito urbano de Rondonópolis foi iniciada
com intervenções necessárias ao prosseguimento do projeto.

O
entroncamento receberá um viaduto orçado em R$ 17,931 milhões, em
concreto armado e protendido, dando acesso ainda à Avenida dos
Estudantes e à Avenida Otaviano Muniz, com extensão de 204,78m para
o viaduto e 95,20m para os acessos, ambos com largura de 8,80m,
ajudando a organizar e melhorar o fluxo de veículos no local.

Nessa
fase inicial, são necessários diversos serviços e levantamentos
técnicos para viabilização do projeto. Uma das intervenções em
andamento está sendo realizada na readequação da tubulação que
passa pelo local e vem sendo conduzida pelo Serviço de Saneamento
Ambiental de Rondonópolis (Sanear).

Divulgação

Nesse
período, a Avenida dos Estudantes está com um trecho interditado
totalmente, entre a unidade da 2ª Ciretran até a Avenida Lions
Internacional, no sentido bairro-centro. O trânsito no sentido
centro-bairro pela Fernando Correa da Costa segue com fluxo liberado.
Posteriormente, outras interdições serão necessárias.

O
novo viaduto é resultado da articulação política do prefeito
Cláudio Ferreira junto ao Governo do Estado, visando a
disponibilização dos recursos necessários. Além disso, a
Prefeitura de Rondonópolis, através da Secretaria Municipal de
Infraestrutura, contribuiu ficando responsável por executar o
projeto da obra.

Divulgação

Prefeitura de Rondonópolis

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