Cultura
Mostra Ecofalante de Cinema 2026 tem inscrições prorrogadas
Cultura
Realizadores de longas e curtas ganharam mais tempo para inscrição dos seus trabalhos na Mostra Ecofalante de Cinema 2026, considerado o maior festival de cinema com temática socioambiental da América do Sul.

Quem for participar da Competição Territórios e Memória tem até o dia 31 de janeiro para se inscrever. A categoria é destinada a produções ou coproduções brasileiras que abordem temáticas ligadas às memórias individuais ou coletivas. Podem ser inscritos curtas, médias e longas-metragens, independente de gênero ou estilo.
Já para os produtores audiovisuais interessados em participar do Concurso Curta Ecofalante — voltado a obras com duração máxima de 30 minutos realizadas por estudantes — o prazo vai até 15 de fevereiro.
Ambas as categorias têm premiação em dinheiro que varia entre R$ 20 mil e R$ 7 mil, além de troféus.
Os filmes apresentados em todas as edições da Ecofalante abordam temas ligados a questões socioambientais como emergência climática, povos tradicionais, questões étnico-raciais e de gênero.
A Mostra Ecofalante 2026 acontece entre os dias 28 de maio e 10 de junho, e deve circular por vários municípios brasileiros. Além da exibição dos filmes, a programação conta com várias atividades paralelas como seminários, master classes, oficinas e debates.
Cultura
Jornalistas indígenas lançam manual para qualificar a imprensa
Primeiro Manual de Jornalismo Indígena do Brasil chega com a proposta de transformar a forma como os povos originários são retratados
No Viva Maria desta segunda-feira (10), Mara Régia conversa com o jornalista Luan Tremembé, coordenador da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor), sobre o lançamento de Poranga Marandúa – Manual de Jornalismo Indígena.
Escrito de forma coletiva por jornalistas indígenas e estudantes de Jornalismo de diferentes povos e biomas brasileiros, o manual reúne orientações para uma abordagem mais ética, qualificada e livre de estereótipos sobre os povos originários.
Luan destaca a importância de garantir que os próprios povos indígenas tenham voz na construção das narrativas sobre suas histórias, culturas e lutas.
O nome Poranga Marandúa, que significa “Boas Notícias” em nheengatu, também homenageia Andreza Baré, apontada como a primeira indígena formada em Jornalismo no Brasil.

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