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Saúde

Rio leva vacinação a parques e aeroportos até 12 de fevereiro

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Saúde

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS Rio) anunciou neste domingo (18) a disponibilização de novos pontos de vacinação para os cariocas contra doenças como sarampo, covid-19 e gripe, em diferentes locais da cidade, até o dia 12 de fevereiro.

A medida foi iniciada na última quinta-feira (15) e reforça a estratégia de levar a vacina até o cidadão, em locais onde haja grande circulação de público, facilitando o acesso à imunização.

As vacinas contra covid-19, gripe, febre amarela, tríplice viral (que protege contra sarampo, caxumba e rubéola) e hepatite B estão disponíveis, além do Aeroporto Santos Dumont, nos novos pontos extras de vacinação:

  • Parque Realengo Susana Naspolini, em Realengo, dias 22 e 30;
  • Aeroporto Internacional Antonio Carlos Jobim – Galeão, na Ilha do Governador, de 21 de janeiro a 12 de fevereiro;
  • Parque Pavuna, na Pavuna, dia 22 de janeiro;
  • Parque Rita Lee, na Barra Olímpica, nos dias 22, 27 e 29 deste mês;
  • Parque Oeste, Inhoaíba, zona oeste, dias 22, 27 e 29;
  • Parque Madureira, no bairro do mesmo nome, no dia 29;
  • Parque Piedade, em Piedade, dias 21, 24 e 30 de janeiro.

A secretaria informou ainda, por meio de sua assessoria de imprensa, que as vacinas estão disponíveis também nas 240 unidades de Atenção Primária, clínicas da família e centros municipais de saúde, além do Super Centro Carioca de Vacinação, unidades Botafogo (funcionamento de domingo a domingo, das 8h às 22h) e Campo Grande (no ParkShoppingCampoGrande, funcionando de domingo a domingo, de acordo com o horário do centro comercial).

Em caso de dúvidas, o órgão recomenda que o cidadão pode procurar uma unidade de saúde para as devidas avaliações e orientações.

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Consulta pública avalia inclusão no SUS de remédio para hipertensão

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A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) abriu consulta pública para avaliar a inclusão do medicamento sotatercepte na rede pública, para tratamento de pacientes adultos com hipertensão arterial pulmonar (HAP). As contribuições, da sociedade civil e da comunidade médica, podem ser enviadas até o próximo dia 17.

De acordo com a Conitec, a solicitação de incorporação foi feita pelo próprio fabricante do medicamento para o tratamento de adultos com HAP em classes funcionais III ou IV, conforme critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS), com risco de mortalidade intermediário a alto, em uso de terapia dupla, quando houver intolerância às prostaciclinas, ou em uso de terapia tripla, associado ao tratamento já em uso.

Ainda segundo a comissão, o medicamento age no mecanismo de crescimento das células dos vasos sanguíneos. Na HAP, essa via pode estar desregulada e contribuir para o estreitamento dos vasos dos pulmões.

A doença

A hipertensão arterial pulmonar é uma doença rara, crônica, progressiva e grave. Isso significa que é uma condição pouco frequente na população, de longa duração e que pode piorar com o tempo, comprometendo a capacidade da pessoa de realizar atividades do dia a dia.

Na HAP, ocorre aumento da pressão nos vasos sanguíneos que levam o sangue do coração para os pulmões. Com isso, o lado direito do coração precisa fazer mais esforço para bombear o sangue.

Ao longo do tempo, esse esforço pode sobrecarregar o coração e causar sintomas como falta de ar, cansaço, tontura, dor no peito, desmaios e dificuldade para realizar atividades habituais. Em casos mais graves, a doença pode evoluir para insuficiência cardíaca, levar ao funcionamento insuficiente do coração e morte.

Fonte: EBC Saúde

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