Cultura
Capacitação amplia renda de artesãos indígenas no Alto Rio Negro
Cultura
Artesãos indígenas da região do Alto Rio Negro, no Amazonas, vão receber capacitação para terem mais opções de fonte de renda a partir da própria produção.

Uma parceria da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social vai oferecer oficinas e apoio à comercialização do artesanato.
O território Alto Rio Negro abriga mais de 23 povos. A iniciativa deve capacitar pelo menos 190 indígenas inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) dos municípios de São Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel do Rio Negro e Barcelos.
A primeira oficina de biojoias começa em fevereiro e será voltada para 40 mulheres indígenas de diferentes etnias.
Outros cursos estão previstos ao longo de 2026, como comercialização, fabricação de cestas e cerâmica, além da entrega de kits produtivos.
As atividades contarão com apoio de deslocamento, alimentação e, quando necessário, hospedagem, possibilitando a participação de artesãos de comunidades indígenas mais afastadas.
O projeto é uma resposta às demandas apresentadas pelas próprias comunidades, em assembleia realizada na região pela equipe do Ministério no ano passado
Cultura
Filarmônica do Maranhão apresenta espetáculo em São Luís
A riqueza da criação musical maranhense em uma releitura sinfônica: essa é a proposta de repertório que a Orquestra Filarmônica do Maranhão apresentará nesta quarta-feira no centenário Teatro Arthur Azevedo, em São Luís, a partir das 19h30.

O espetáculo “Identidade Maranhense” fará um passeio pelos sons, ritmos e referências que fazem parte da identidade cultural do estado.
Além do regente titular Daniel Cavalcante, estarão também no comando das batutas dois convidados: os maranhenses Thales do Vale e Helder Ferreira.
A apresentação também terá a participação do trombonista Daniel Miranda como solista.
Entre as obras que ecoarão pelo palco do Arthur Azevedo estão “Louvação a São Luís”, do poeta e jornalista Bandeira Tribuzi, adotada como hino oficial da capital maranhense, e a abertura da ópera “Boi Catirina”, de Josias Sobrinho e Papete.
A ópera é a adaptação cênica e musical do tradicional auto do Bumba Meu Boi do Maranhão.
Em outro momento, os mais de 50 músicos da Filarmônica prestarão uma homenagem ao cantor e compositor João do Vale, executando o medley “João Sinfônico”, com algumas obras do seu repertório.
A Orquestra Filarmônica do Maranhão é a caçula entre os grupos de música de concerto do estado e completará um ano de fundação no próximo dia 31 de outubro.
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