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Cuiabá

Mercado do Porto e Aquário Municipal abrem no ponto facultativo nesta sexta-feira (2) 

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Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá informa o funcionamento dos serviços públicos durante o ponto facultativo desta sexta-feira (2), conforme o Decreto nº 11.584, publicado na Gazeta Municipal em 22 de dezembro de 2025.

A medida não compromete os serviços considerados essenciais, que seguirão funcionando normalmente para atender a população.

Na área da saúde, os atendimentos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e nas Policlínicas estão mantidos. Já as Unidades Básicas de Saúde, como os postos de saúde, não terão atendimento durante o ponto facultativo.

O expediente nos órgãos da administração municipal será retomado normalmente na próxima segunda-feira (5).

Os espaços públicos de lazer e turismo seguem abertos ao público. O Aquário Municipal e o Museu do Rio funcionam nesta sexta-feira (2), sábado (3) e domingo (4), das 9h às 18h, com abertura do restaurante e realização da feira Homens e Mulheres de Fibra.

O Mercado Antônio Moisés Nadaf, conhecido como Mercado do Porto, terá funcionamento com abertura opcional das bancas, das 7h às 18h, e aos sábados e domingos até as 16h.

Já o Museu da Imagem e do Som Lázaro Papazian (MISC) e o Museu do Morro da Caixa D’Água Velha reabrem para visitação na segunda-feira.

Os parques municipais também seguem abertos normalmente. O Parque Tia Nair, localizado na Avenida Érico Preza, no bairro Jardim Itália, funciona diariamente das 5h às 22h. Já o Parque das Águas, com acesso pelo Centro Político Administrativo (em frente à Assembleia Legislativa), pelo bairro Paiaguás e pela Avenida Dr. Hélio Ribeiro, permanece aberto todos os dias, das 5h às 23h.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Segunda instância mantém decisão e nega pedido do MP para bloquear R$ 15 milhões de Cuiabá

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A Justiça de Mato Grosso manteve, em segunda instância, o entendimento da Vara Especializada do Meio Ambiente de Cuiabá e negou o pedido do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) para o bloqueio imediato de R$ 15 milhões das contas do Município. A decisão, assinada nesta segunda-feira (10), reconhece que não estão presentes, neste momento, os requisitos necessários para a adoção da medida e reforça a necessidade de complementação das provas sobre as políticas de proteção e bem-estar animal.

O posicionamento do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) ocorre após decisão de primeira instância que já havia rejeitado o bloqueio dos recursos e determinado a realização de novas diligências técnicas. Com isso, a segunda instância reitera a avaliação de que a Prefeitura de Cuiabá vem apresentando avanços e ações concretas na estruturação dos serviços destinados aos animais, não havendo, neste momento, elementos suficientes para justificar uma medida de tamanha gravidade contra os cofres públicos.

Na decisão de primeiro grau, o juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da Vara Especializada do Meio Ambiente, destacou que o Município apresentou documentos que demonstram os esforços empreendidos na política de proteção e bem-estar animal. Entre os elementos considerados estão o funcionamento do Programa Reação Animal 24 Horas, a escala permanente de médicos veterinários, o atendimento realizado por clínicas credenciadas, as condições do abrigo municipal e a execução dos recursos do Fundo Municipal de Bem-Estar Animal (Funbea).

O magistrado também levou em consideração uma vistoria realizada pelo Juizado Especial Volante Ambiental (Juvam), em abril, que registrou condições adequadas de limpeza, alimentação, manejo dos animais, disponibilidade de medicamentos e acompanhamento veterinário na unidade municipal.

Mesmo diante da argumentação apresentada pelo Ministério Público, a Justiça entendeu que ainda existem pontos que precisam ser esclarecidos por meio de provas técnicas antes de uma eventual indisponibilidade dos R$ 15 milhões. Por isso, foram solicitados à Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) relatórios, laudos, registros fotográficos e outros documentos produzidos durante as diligências realizadas no fim de julho.

Ao analisar o recurso do MP, a segunda instância reconheceu a plausibilidade das razões apresentadas pelo órgão, mas considerou que não ficou demonstrado o risco necessário para uma decisão imediata. A decisão afirma: “Nesse contexto, a despeito da plausibilidade jurídica das razões recursais, não se evidencia, por ora, perigo de dano grave, de difícil ou impossível reparação que justifique o deferimento da medida antecipatória pleiteada.”

O entendimento mantém, portanto, a decisão de primeiro grau e permite que o processo prossiga com a produção das provas determinadas pela Justiça. O Ministério Público também deverá apresentar um plano emergencial detalhando a eventual aplicação dos R$ 15 milhões, caso o bloqueio seja posteriormente autorizado.

A decisão de primeira instância ainda encaminhou o processo ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) Ambiental, com o objetivo de buscar uma solução consensual entre as partes para o cumprimento das obrigações previstas no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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