Saúde
Ministério da Saúde renova contrato com Rede Sarah por R$ 7,5 bilhões
Saúde
O Ministério da Saúde e a Rede Hospitalar Sarah Kubitschek, que congrega hospitais de reabilitação em sete estados e no Distrito Federal, renovaram o contrato de gestão por mais cindo anos, no valor de R$ 7,5 bilhões.

Os recursos serão empregados na oferta de consultas, exames e tratamentos especializados para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), principalmente nas áreas de neurologia, ortopedia, fisioterapia e outras, os principais focos de atuação da rede Sarah.
A medida integra ações do programa Agora Tem Especialistas, lançado este ano e que pretende expandir atendimento médico em áreas especializadas, reduzindo a fila de espera por cirurgias eletivas, exames e outros procedimentos mais complexos.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visitou a unidade principal da rede, em Brasília, na manhã desta quarta-feira (31), para assinar o contrato.
“Investimentos vão apoiar a Rede Sarah para fazer cada vez mais cuidados integrados a quem precisa de reabilitação, sobretudo na área de neurologia, de ortopedia. Vão ajudar os hospitais da rede a fazer mais cirurgias, mais consultas especializadas. São 2,1 milhões pessoas atendidas, um grande volume.”
Para 2026, segundo a pasta, estão previstos 1,7 milhão de exames e terapias, além de 515,4 mil consultas para a rede pública. A renovação da parceria com a Rede Sarah deve assegurar atendimento gratuito e de excelência pelas unidades da Rede Sarah, localizadas nos estados do Pará, Minas Gerais, Ceará, Amapá, Rio de Janeiro, Bahia, Maranhão, além do Distrito Federal.
Reconhecida nacional e internacionalmente como referência em reabilitação de alta complexidade, a Rede Sarah atua de forma integrada ao SUS há 25 anos. Ao longo desse período, o governo federal investiu mais de R$ 11,8 bilhões na parceria.
Em 2025, os hospitais da Rede Sarah realizaram, para o SUS, mais de 512 mil consultas; 3,6 milhões de procedimentos, consultas e ações de reabilitação de profissionais de nível superior; 1,6 milhão de serviços auxiliares de diagnóstico e terapia; 22,9 mil internações; e 20,7 mil procedimentos cirúrgicos.
O contrato, que conta com as participações dos Ministérios da Fazenda e da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, começa a valer a partir desta quinta-feira (1). Também estão previstas ações para a qualificação do atendimento e o desenvolvimento de pesquisas.
14 milhões de cirurgias
Durante a visita à Rede Sarah, o ministro da Saúde fez um balanço positivo da implementação do programa Agora Tem Especialistas. Segundo ele, o ano de 2025 vai terminar com recorde de realização de procedimentos médicos.
“Vamos ultrapassar 14,2 milhões cirurgias realizadas em 2025. Esse era um dos grandes esses gargalos, ainda é, é algo que a gente precisa continuar enfrentando e ampliando cada vez mais. É um dos principais motivos das pessoas estarem esperando tanto nas filas dos municípios, dos estados, nas filas do SUS”, disse.
Segundo o ministro, o ano vai terminar com mais de 4 milhões exames feitos pelo SUS e um recorde de quimioterapia realizadas também pelo sistema público.
“O ano vai terminar com a realização dos maiores mutirões nacionais que o SUS já fez em sua história, nos envolvimentos com os hospitais universitários de todo o Brasil, o envolvimento que fizemos com hospitais filantrópicos e centros de radioterapia expandidos em todo o Brasil. Nossa meta para 2026 é garantir que todo estado brasileiro tenha um centro atualizado de tratamento de radioterapia para o câncer.”
Segundo o ministro, o último estado que falta é o de Roraima, e os equipamentos já estão no estado.
Saúde
Governo federal entrega veículos para ampliar acesso ao SUS
O governo federal entregou neste sábado (9), em Campinas, interior paulista, veículos do programa Agora Tem Especialistas – Caminhos da Saúde, em uma estratégia para ampliar o acesso da população aos serviços especializados do Sistema Único de Saúde (SUS).

Foram entregues 12 micro-ônibus destinados ao transporte de pacientes do programa Tratamento Fora de Domicílio (TFD), além de 20 ambulâncias do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) 192 e três Unidades Odontológicas Móveis, beneficiando 32 municípios. O investimento é de R$ 14,4 milhões pelo Novo PAC Saúde.
“Além micro-ônibus, estamos entregando também uma clínica odontológica móvel que vai até onde a população está, atendendo áreas rurais, distritos, escolas e igrejas. Também estamos reforçando as ambulâncias do SAMU”, disse o ministro Alexandre Padilha, que participou do evento.
“Ficamos seis anos sem renovação da frota e, desde 2023, com o presidente Lula, já estamos entregando mais de 3 mil ambulâncias para fortalecer o atendimento de urgência e emergência em todo o país.”
Em abril, São Paulo havia recebido outros 30 micro-ônibus. Com a nova entrega, a atual gestão federal soma 145 veículos entregues ao estado.
No âmbito nacional, o Agora Tem Especialistas – Caminhos da Saúde prevê a entrega de 3,3 mil veículos, que serão distribuídos em todo o país, com investimento de R$ 1,4 bilhão.
Vacinação
Em um momento simbólico, o ministro da Saúde vacinou gestantes durante visita a Campinas. Segundo a pasta, o Brasil alcançou a marca de 1 milhão de gestantes vacinadas contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite em bebês.
A imunização é oferecida pelo SUS e garante proteção aos recém-nascidos desde os primeiros dias de vida, período de maior vulnerabilidade às complicações respiratórias.
“Nossa meta era vacinar 1 milhão de gestantes contra o VSR até o Dia das Mães, e alcançamos essa marca já nesta semana. Estamos falando de uma vacina fundamental para proteger bebês e gestantes, que na rede privada custa cerca de R$ 1,5 mil”, disse o ministro.
Dados do Ministério da Saúde mostram que, até 18 de abril de 2026, as internações de crianças menores de dois anos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada ao VSR caíram 52% em comparação com o mesmo período de 2023, passando de 6,8 mil para 3,2 mil casos. Os óbitos também apresentaram redução de 63%, caindo de 72 óbitos para 27 mortes.
A vacina passou a integrar o SUS em 2025, após recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).
“A vacina estimula a produção de anticorpos pela mãe, que são transferidos ao bebê ainda durante a gestação. Essa proteção é fundamental nos primeiros meses de vida, e estudos clínicos demonstram eficácia de 81,8% na prevenção de doenças respiratórias graves em bebês nos primeiros 90 dias após o nascimento”, explicou o ministério, em nota.
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