Cultura
Exposição celebra a obra do artista plástico e fotógrafo Vik Muniz
Cultura
O Museu de Arte Contemporânea de Salvador está de portas abertas para celebrar a trajetória do artista plástico e fotógrafo Vicente José de Oliveira Muniz, o Vik Muniz. 

A exposição “A Olho Nu”, que fica em cartaz até 29 de março de 2026, é a maior retrospectiva já realizada reunindo trabalhos do artista. São mais de 200 obras distribuídas em 37 séries, de diferentes fases de Muniz, reconhecido internacionalmente por sua capacidade de transformar materiais cotidianos em imagens de forte impacto visual e simbólico.
Chocolate, açúcar, poeira, lixo, fragmentos de revista e arame são alguns dos elementos que integram sua matéria prima artística e aproxima sua produção tanto da arte pop quanto da vida cotidiana. O público poderá acompanhar desde seus primeiros experimentos de escultura até obras que marcam a consolidação da fotografia como eixo central de sua criação.
Além do Museu, a retrospectiva ocupa outros dois espaços de Salvador: o ateliê do artista, no Santo Antônio Além do Carmo, que receberá encontros e visitas especiais, e a Galeria Lugar Comum, na Feira de São Joaquim, onde será exibida uma instalação inédita inspirada na obra Nail Fetish.
Cultura
Jornalistas indígenas lançam manual para qualificar a imprensa
Primeiro Manual de Jornalismo Indígena do Brasil chega com a proposta de transformar a forma como os povos originários são retratados
No Viva Maria desta segunda-feira (10), Mara Régia conversa com o jornalista Luan Tremembé, coordenador da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor), sobre o lançamento de Poranga Marandúa – Manual de Jornalismo Indígena.
Escrito de forma coletiva por jornalistas indígenas e estudantes de Jornalismo de diferentes povos e biomas brasileiros, o manual reúne orientações para uma abordagem mais ética, qualificada e livre de estereótipos sobre os povos originários.
Luan destaca a importância de garantir que os próprios povos indígenas tenham voz na construção das narrativas sobre suas histórias, culturas e lutas.
O nome Poranga Marandúa, que significa “Boas Notícias” em nheengatu, também homenageia Andreza Baré, apontada como a primeira indígena formada em Jornalismo no Brasil.

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