Várzea Grande
Várzea Grande realiza fórum inédito para discutir equidade racial e fortalecer políticas públicas para crianças e adolescentes
Várzea Grande
Em um movimento inédito para fortalecer políticas públicas voltadas à equidade racial e ao desenvolvimento integral de crianças e adolescentes, a Prefeitura de Várzea Grande realizará, amanhã (11), no Espaço de Eventos do VG Shopping, no 3º piso, às 11h30, o 1º Fórum Comunitário do Selo Unicef 2025–2028. O encontro é promovido pela Secretaria Municipal de Assistência Social, por meio da Comissão Intersetorial do Selo Unicef, com apoio do NUCA (Núcleo de Cidadania de Adolescentes).
O evento, que será aberto à população, tem como proposta reunir representantes da sociedade civil, servidores públicos e jovens para debater ações que ampliem direitos, promovam igualdade racial e reforcem o compromisso do Município com políticas inclusivas.
De acordo com Janeide Dias, subsecretária de Assistência Social, o fórum será um marco na construção de estratégias intersetoriais capazes de transformar realidades.
“A participação da comunidade é fundamental para garantirmos políticas públicas mais justas, acolhedoras e inclusivas. Este fórum é um espaço de escuta, diálogo e construção conjunta”, destacou.
Além de marcar o início do novo ciclo do Selo Unicef, o encontro também busca ampliar discussões sobre equidade racial, tema que ganhará centralidade nas ações do Município durante os próximos anos.
A prefeitura reforça que a presença da população é essencial para o fortalecimento das iniciativas voltadas à proteção e garantia de direitos de crianças e adolescentes em Várzea Grande.
Várzea Grande
Resultado das ovitrampas orienta força-tarefa contra o Aedes aegypti em Várzea Grande
Equipes de Controle de Endemias e do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) deram continuidade, nesta segunda-feira (10), às ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, em vários bairros de Várzea Grande. A atividade faz parte da segunda etapa do trabalho realizado por meio das ovitrampas, armadilhas utilizadas para identificar a presença e a intensidade da circulação do mosquito no território.
Durante a primeira etapa, realizada no mês de julho, 211 ovitrampas foram instaladas em pontos estratégicos do município. Após cinco dias de exposição, as armadilhas foram recolhidas e encaminhadas ao laboratório, onde os ovos encontrados foram contabilizados e analisados pelas equipes.
A partir dos resultados, foi possível identificar os pontos com maior concentração de ovos do Aedes aegypti. No Setor 1, que contempla a região do Grande Cristo Rei, foram trabalhados os bairros Parque do Lago, Santa Luzia, Santa Clara, Dom Bosco e Cristo Rei, com a delimitação das áreas de foco.
Segundo Roseane Félix, supervisora-geral do Setor 1, no bairro Parque do Lago, por exemplo, foi identificado que o quarteirão 22 apresentou o maior quantitativo de ovos do mosquito e, por isso, foi definido como área prioritária para a atuação das equipes.
A partir dessa identificação, a força-tarefa realizou a delimitação e o bloqueio da área, com o objetivo de eliminar a presença do vetor no quarteirão positivo e nos imóveis circunvizinhos.
Durante a ação, os agentes percorrem os imóveis de porta em porta, realizando a inspeção de quintais, recipientes que possam acumular água, caixas-d’água e outros possíveis criadouros. Também são realizadas ações de controle mecânico, com a eliminação de recipientes e focos, aplicação de larvicida, quando necessária, e orientação aos moradores.
Roseane explica que o trabalho permite direcionar as ações de campo para as áreas que apresentam maior risco.
“A ovitrampa é uma importante ferramenta de vigilância, porque nos permite identificar onde há maior circulação do mosquito. A partir dos resultados, conseguimos direcionar as equipes para uma atuação mais efetiva, realizando a eliminação dos criadouros, o tratamento quando necessário e, principalmente, orientando os moradores.”
A orientação à população é uma das principais estratégias para evitar a proliferação do mosquito, especialmente antes do período de chuvas, quando aumenta a possibilidade de formação de criadouros. Os moradores são orientados a manter os quintais limpos e sem recipientes com água acumulada, manter as caixas-d’água devidamente tampadas e evitar água parada em pratos de plantas, que devem permanecer secos ou receber areia.
Moradora do Parque do Lago há 40 anos, Conceição Lino, de 65 anos, recebeu as agentes em sua residência e destacou a importância do trabalho de orientação realizado pelas equipes.
“Eu já conheço elas há muito tempo e já tenho elas como minhas amigas. Acho muito importante o trabalho que elas fazem, a orientação, o conselho e a informação. É um trabalho importantíssimo, principalmente antes que chegue o período das chuvas e aumente os mosquitos. É uma forma de evitar a dengue, a zika e a chikungunya.”
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o combate ao Aedes aegypti depende da atuação conjunta do poder público e da população. A eliminação de pequenos pontos de água parada dentro das residências é uma das principais medidas para impedir que o mosquito complete seu ciclo de reprodução.
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