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Polícia Civil prende em Rondonópolis mais dois homens procurados pela Justiça

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Mais dois homens foragidos da Justiça foram presos pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (14.11), em Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá).

As prisões foram realizadas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) do município, durante ações contínuas de localização e captura de foragidos na cidade.

Na primeira ação, o procurado, de 37 anos, estava com o mandado expedido pela 4ª Vara Criminal de Rondonópolis, pelos crimes de estupro de vulnerável e abandono Intelectual.

O homem foi condenado e estava com a regressão cautelar com a pena restante de 16 anos de reclusão para cumprir em regime fechado.

O segundo preso, de 24 anos, também estava com a ordem de prisão expedida pela 4ª Vara Criminal de Rondonópolis.

O jovem vinha sendo procurado refere-se a regressão cautelar pelos crimes de corrupção de menores, desobediência, roubo e tráfico de drogas. Ele O investigado possui pena restante de 12 anos, 3 meses e 20 dias, a ser cumprida em regime fechado.

Conforme a delegada titular da DHPP de Rondonópolis, Karla Peixoto, as capturas são fruto de um trabalho investigativo minucioso, baseado em levantamento de informações, diligências contínuas e campanas realizadas pela equipe para localizar e prender indivíduos com mandados de prisão em aberto.

“As ações integram o programa Tolerância Zero com objetivo de combater e desarticular facções criminosas e organizações envolvidas em crimes graves, reforçando a atuação conjunta das forças de segurança pública do Estado de Mato Grosso”, destacou a delegada.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

Fonte: Governo MT – MT

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