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Caetano Veloso e Maria Bethânia são indicados ao Grammy

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A Academia de Gravação anunciou nesta sexta-feira os indicados ao Grammy, a premiação de maior prestígio da indústria da música.

Caetano Veloso e Maria Bethânia estão entre os nomeados na categoria melhor álbum de música global, pelo disco “Caetano e Bethânia Ao Vivo” lançado em maio deste ano. O trabalho traz 42 músicas em 33 faixas, e entre elas estão sucessos como “Reconvexo”, “Alegria, Alegria” e a inédita de Caetano “Um baiana” – um samba-reggae apresentado apenas nos dois últimos shows da turnê.

O disco registra o reencontro dos dois irmãos nos palcos 46 anos depois da turnê de 1978. A série de apresentações teve início em agosto do ano passado, com Caetano aos 81 anos e Bethânia aos 78,  e seguiu até março deste ano, passando por arenas e estádios de várias capitais do país.

Nos anos 2000 e 2001, Caetano foi o vencedor de melhor álbum de música global com os discos “Livro” e “João Voz e Violão”, respectivamente. A premiação de 2026 está marcada para o dia 1º de fevereiro.


Fonte: EBC Cultura

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Trilha sonora do Dia das Mães embala afetos, lembranças e amores

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Feche os olhos por um instante. Tente resgatar uma lembrança da infância… o colo da mãe, a voz que tranquilizava o choro ou a mão que se despedia lá na porta de casa.

Para alguns de nós, todas essas memórias não vêm em silêncio; elas têm uma trilha sonora.

A figura materna é, quase sempre, o primeiro porto seguro. E na música brasileira, ela é uma grande fonte de inspiração.

Isso não é apenas uma impressão. Um levantamento do Ecad, o escritório de direitos autoriais, registra hoje mais de 10 mil obras com a palavra “mãe” no título.

Às vezes, a homenagem vem na forma de uma tradicional prece doce e infantil, que recorda a infância, como cantarolou o analista financeiro, Fabio Martins.

O Fabio explicou por que a música “Mãezinha do Céu”, ficou na memória afetiva dele.

“Eu estudei em colégio de freira e essa música sempre cantava. E eu me lembrava da minha mãe, que já faleceu”.

O estudo do Ecad aponta que a palavra “mamãe” aparece em 2.150 títulos, enquanto o diminutivo carinhoso “mãezinha” batiza outras 373 canções.

Na memória afetiva da professora de música Leila Borges, esse é o nome mais belo que existe, quando ela canta “Mãe”, de Zilanda Valentin.

A música pode ainda traduzir uma separação e um nó na garganta de quem segue o próprio caminho e leva o conselho materno no coração.

É o que vem à memória quando o analista em Tecnologia da Informação, Sergio Fonseca, canta “No Dia em Que Eu Saí de Casa”, de Joel Marques e Vicente Castillo.

O Sérgio falou sobre a lembrança da vida que essa música traz.

“Essa música me lembra quando eu vim pra Brasília, em 1975. Depois fui trabalhar no Rio de Janeiro e deixei minha mãe aqui. Essa música me lembra essa parte. É uma música muito emotiva pra mim”.  

Na lista do Ecad, o clássico “Mamãe eu Quero”, de Jararaca e Vicente Paiva, lidera o ranking de reproduções públicas nos últimos cinco anos.

A música foi composta em 1937, gravada pelos autores no mesmo ano e, depois, ganhou a voz da Pequena Notável, Carmen Miranda, em 1939.

A rainha do rock brasileiro, Rita Lee, aparece em sexto lugar nas mais reproduzidas, com a música “Mamãe Natureza”, de 1974.

Para conferir o levantamento do Ecad, basta acessar a página ecad.org.br/noticias.

O Repórter Nacional deseja a todas as mães, de todas as melodias e famílias, um Feliz Dia das Mães!

 


Fonte: EBC Cultura

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