Evento vai celebrar a cultura, a gastronomia e o turismo local com entrada gratuita
Várzea Grande recebe o 1° Festival Cultural Dourada Cervejaria
Cultura
A cidade de Várzea Grande se prepara para um dos eventos mais aguardados do ano: o 1° Festival Cultural Dourada Cervejaria, que será realizado no dia 8 de novembro, das 16h às 00h, na Fábrica da Dourada, localizada na Rua Torrência das Flores, s/n, bairro 23 de Setembro.
Com entrada franca, o festival promete reunir moradores e visitantes em um ambiente de celebração, música, gastronomia e valorização da cultura local. Além de atrações musicais e apresentações culturais, o público poderá degustar cervejas artesanais produzidas em Várzea Grande, acompanhadas de diversas opções de comidas típicas e petiscos regionais.
A iniciativa é uma realização da Cervejaria Dourada, com apoio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo da Prefeitura de Várzea Grande, reforçando o compromisso do município em incentivar o empreendedorismo, o turismo e os talentos locais.
Segundo a organização, o evento tem como objetivo promover a integração da comunidade, valorizar os produtores e artistas da região e colocar Várzea Grande em destaque no cenário cultural e turístico de Mato Grosso.
“Queremos que o Festival Cultural Dourada se torne uma tradição, um espaço para celebrar nossa cultura, nossa cerveja artesanal e tudo o que Várzea Grande tem de melhor”, destacou a coordenação do evento.
Com música, boa comida e muita animação, o 1° Festival Cultural Dourada Cervejaria promete ser uma noite inesquecível e um marco na agenda cultural da cidade.
Cultura
Jornalistas indígenas lançam manual para qualificar a imprensa
Primeiro Manual de Jornalismo Indígena do Brasil chega com a proposta de transformar a forma como os povos originários são retratados
No Viva Maria desta segunda-feira (10), Mara Régia conversa com o jornalista Luan Tremembé, coordenador da Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor), sobre o lançamento de Poranga Marandúa – Manual de Jornalismo Indígena.
Escrito de forma coletiva por jornalistas indígenas e estudantes de Jornalismo de diferentes povos e biomas brasileiros, o manual reúne orientações para uma abordagem mais ética, qualificada e livre de estereótipos sobre os povos originários.
Luan destaca a importância de garantir que os próprios povos indígenas tenham voz na construção das narrativas sobre suas histórias, culturas e lutas.
O nome Poranga Marandúa, que significa “Boas Notícias” em nheengatu, também homenageia Andreza Baré, apontada como a primeira indígena formada em Jornalismo no Brasil.

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